Pouco se fala, mas existe uma epidemia no Brasil da Síndrome de Estocolmo.
Essa síndrome recebeu o nome em referência ao famoso assalto em Estocolmo, onde o psicologo Bejerot percebeu que as vitimas se apaixonaram pelos criminosos, mesmo tendo sido submetidas a violência e sequestradas, as vitimas os defendiam até no processo judicial.
Hoje o que vemos?
Pessoas continuam usando Facebook mesmo sabendo que eles roubam os seus dados e fazem o que querem com os usuários. Tem uma massa brigando e defendendo bandidos, numa paixonite sem fim, mesmo o bandido já tendo sido condenado milhões de vezes. Tem gente que defende o sistema financeiro de qualquer maneira, mesmo vendo que novas tecnologias monetárias descentralizadas são muito melhores e mais democráticas.
De um ponto de vista psicanalítico, pessoas que possam ter desenvolvido a distúrbio mental longo de experiências na infância com seus familiares ou cuidadores, algum traço de caráter sádico ou masoquista implícito em sua personalidade, podem em certas circunstâncias de abuso desenvolver sentimentos de afeto e apego, dirigidos a agressores, seqüestradores, ou qualquer perfil que se encaixe no quadro geral correspondente a síndrome de Estocolmo
Mas fazer o que?
Só torcer para que essa epidemia acabe! Que essa estupidez termine porque o SUS não tem como tratar essa galera toda não.