Eras aquilo a que eu chamava de lar doce lar. Voltar a ti era como voltar a casa. Eras o meu lugar preferido, o meu refúgio. Olhar para ti era como contemplar o universo. Um universo de sonhos, paixões, ambições... Eras poço de positividade como eu nunca conheci. Eras a casa que eu não escolhi.
Deitava-me naquele que pensava ser o meu leito e fantasiava acordada com a felicidade que me transbordava. Maior que tu e muito maior que eu. Mas a porta cerrou-se. Neste lar que só encontrei em ti e aonde certamente nunca mais voltarei.
Texto da minha autoria, presente a concurso.