No final do mês de maio, a revista Forbes, que tem uma grande visibilidade internacional publicou um artigo de um contribuidor, que cobre muitos assuntos da américa latina, chamado Kenneth Rapoza.
Nesse artigo que vale a pena ler, tem-se uma visão panorâmica, de alguns fatos que já vinha trazendo aqui, do potencial dos criptoativos e da tecnologia blockchains no Brasil.
E uma correlação do último post que trouxe de investimentos, e que também o complementou no comentário do post.
E é o que intitula o artigo que vocês podem conferir clicando no link.
Fonte: Forbes
E ainda temos um mercado volátil, de alto risco, e que ainda falta a apresentação funcional de muitas plataformas como Ethereum, Waves, Eos, Stellar, Ark, e outras.
E mesmo assim a abertura de contras de trading em criptoativos, já é maior do que no mercado tradicional.
E dentre os citados como a Foxbit, e a Criptohub, que ainda está na fase de tokens, ainda temos o Mercado Bitcoin, que é muito utilizado, e um que gosto bastante, mas que ainda falta mais liquidez que é o Braziliex, e ainda outras exchanges e o mercado de P2P também estão disponíveis, não sendo contabilizado nessa estimativa.
Em 2017, a estimativa chegou a entrada de capital no mercado de ativos, a 2.4 bilhões de dólares, o que da em torno hoje de 7,81 bilhões de reais.
E também traz a mudança de postura da CVM, órgão regulador do mercado de valor mobiliários brasileiro, que a principio encontrava-se mais negativo, e hoje mantem uma visão neutra, na audiência que fui, o representante disse que a CVM não tem uma postura unânime, no entanto é uma das regulações mais brandas, em relação a outros países,o que me deixou a entender que estão esperando o mercado amadurecer mais.
Lembrando que a SEC, órgão regulador americano, é muito mais atuante, com mais intervenções, inclusive nas ICO's, e mesmo assim a proibição já não esta em questão nos EUA, onde o Vale do Sicílio está atuando a todo vapor, e Nova Iorque se consolidando como uma capital do mercado de ativos americano.
Ainda no artigo, outo ponto que trouxe nos posts da audiência publica, é citado o nome de peso do mercado Fernando Furlan, que já foi presidente do CADE, e também atuando no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em empresas privadas, e agora esta na presidência da Associação Brasileira de Criptomoedas, que tem a proposta de fazer a transição da regulamentação quando for pautada pelo legislativo.
Vale a pena ler esse artigo da Forbes, vai muito de encontro ao post de Investimentos #2 - A porta de entrada do capital virtual é mais bonita, fácil e atrativa..
Enquanto isso, o mercado do bitcoin ensaia um retorno a tendência de alta, tentando vencer a força vendedora, com um mercado que nesse momento segundo o coinmarketcap com 344.314.594,485 bilhões de dólares circulando entre o bitcoin e as altcoins.
E no Brasil:
E por último para quem quiser conhecer essa ferramente do Cointelegraph o Coin360 traz os ativos divididos em seus algorítimos de funcionamento de criptografia, e volume em relação outros ativos.
Vida longa a descentralização do mercado, ainda que seja cedo, é uma esperança do avanço a uma nova forma de capitalismo, de acesso a renda, e com grande potencial tando para esfera do bem público, otimizando serviços, e controle financeiro, e consequentemente maior fiscalização a corrupção, tanto a esfera do bem privado, com mais chances de acesso a renda, rentabilidade, aumento do patrimônio, e melhor qualidade de vida.
É importante saber que a tecnologia blockchain é algo bem maior do que os ativos digitais, por mais que derivado do deles, e que tem imensa serventia a serviços públicos.
Ainda há muito a ser descentralizado, como a própria política, que claramente não tem uma descentralização eficaz, e os serviços públicos como o SUS, que é um serviço de direito e não um comercio, um mercado privado, com prerrogativa constitucional, e que já é descentralizado, por mais que o governo atual queira regredir no tempo, mesmo contra a política nacional.
Mas e se pudéssemos ter um serviço público que gerasse a própria renda? De modo confiável, sem corrupção, e com fiscalização online continua.
Divago em meus pensamentos sobre a rede de saúde mental, que já é uma rede funcionante na cidade do Rio de Janeiro, apesar das inúmeras dificuldades, com os Caps sendo as witnesses, com servidores alocando feed de informações sobre a rede, gerando renda para os funcionários e usuários da saúde mental, sendo um meio de maior assiduidade na produção de dados sobre o real funcionamento,conexão da rede, de demonstrar a população, de ser auditado, e de ter renda para alimentação, transporte, mais recursos humanos, medicações não disponíveis, e outros fatores, onde o governo iria intermediar como valor mobiliário no mercado pareando com o real.
Já não é hora de efetivamente o Estado investir no capital humano?
Quem sabe um dia!
Lembro que ainda é cedo, um mercado em amadurecimento, e todo cuidado é pouco, mesmo com muito otimismo, sabemos que o potencial das ferramentas na mão humana tem muitas vicissitudes, e por isso é tao importante nosso país estar antenado a tendência mundial, e nós como população atuarmos para o bom uso dos recursos existentes, e os que ainda irão ser construídos.
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