E se essa empresa fizer acordo com algumas instituições de ensino e não com todas as instituições do país, daí o racismo está confirmado.
Fontes:
Saber inglês é o básico em uma profissão como jornalismo. Acusar exigência de inglês de ser uma prática "racista" chega a ser tão ridículo quanto o caso do estudante que acusou o professor de inglês de racismo por ter apontado erros ortográficos do aluno.
Devo lembrar que quando "tudo é racismo", então "nada é racismo". É um efeito que pode ser entendido ao se analisar a fábula "O Menino que gritou LOBO!". Esse tipo de denúncia de racismo enfraquece o poder da palavra e faz com que reais vítimas de racismo sejam vistas como "bebês chorões" uma vez que a palavra fica associada a reclamações sem nexo.
Fora o fato de estarem colocando a Falácia do Apelo Especial em cima da palavra desde os anos 1980, inserindo uma fórmula maluca no conceito para justificar por que certas formas de racismo seriam mais socialmente aceitáveis que outras. A fórmula seria o famoso Preconceito + Privilégio = Racismo, onde o conceito de privilégio é bastante vago e varia de formas doidas. Por exemplo, você é considerado privilegiado se a maior parte das pessoas ricas tem aparência física levemente parecida com a sua, independente de sua renda ou qualquer outra característica que você tenha como indivíduo.
O vídeo abaixo tem uma ótima explicação sobre a origem da fórmula Preconceito + Privilégio = Racismo e as falácias envolvidas. O vídeo é em inglês, mas a essa altura duvido que usuários dessa rede não tenham fluência ou conhecimento avançado do idioma.