Não esconda a dor.
Ás vezes eu digo
Para mim mesmo.
Suspiros pesados e
Olhos frios.
Começo a sentir com as palavras,
E então nenhuma voz está disponível,
Até para dizer seu nome!
Paralisado eu sou,
nesta vida sofisticada.
Agora eu não tenho paciência,
E eu nem sou impaciente!
Me falta cada esperança, cada desejo,
Eu continuo dançando sozinho!
Até as silhuetas saíram,
no crepúsculo.
Apenas a lua era aparente,
rodeada de nuvens escuras.
Se preocupe em abraçá-la com força,
Pois não vejo nenhuma luz.
Gotas de orvalho deslumbrantes,
para a sarjeta da janela.