Fala meu amigo , devo dizer que estou um pouco perdido a respeito desse projeto do #clubedolivro, ele teve algum post introdutório ou simplesmente foi parido pela ideia em si de escrever sobre um livro que se leu? Gostei por demais e espero participar, até por que venho treinando muito o método em meu blog pessoal de literatura: www.literaturavisceral.com, inclusive, fique a vontade para ler algo por lá :)
Agora, a respeito da Loucura (já que o livro em si eu ainda não tive a oportunidade de ler), devo dizer que, como louco que sou (seja aos olhos dos outros, que não compreendem certos hábitos, paixões ou métodos, seja pelos próprios olhos, que neste caso vê medo de insanidade mesmo, rs) penso que não existe nenhuma mente "normal" ou "plena", nada daquele conceito de perfeição santa, de guru equilibrado, acho que sempre existe uma fuga, sempre existe um lado obscuro da alma. E é mais que necessário deixar claro que lado escuro da alma não quer dizer lado ruim ou do mal, mas apenas algo que não está na superfície, não é mostrado e aceito por si ou pelos outros. Naturalmente nesse conceito cabe mil e uma patologias também, a pessoa pode ser perfeita, um engenheiro de sucesso com a vida formada, mas só chega ao orgasmo enforcando-se com o próprio cinto, e coisas do tipo. Naturalmente que o foco aqui não são disturbios sexuais, apenas usei este como exemplo de que temos frações ocultas. Da loucura em si pouco sei. Diferente é achar-se louco como eu me considero em uma nuance muito sutil e pouco séria e outra é confrontar um verdadeiro esquizofrênico, psicótico, alguém fora de si, vivendo em uma realidade paralela. Até que ponto a loucura pode e deve ser elogiada?
RE: Elogio da Loucura - Clube do Livro